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Com o nome dele na tela,o vídeo para de vazar.

O seu risco não é cartel de pirataria. É o aluno que comprou, entrou e gravou a tela pra revender o seu curso de mil reais num grupo a vinte. A tranca não alcança quem já tem a chave, e DRM pesado ainda atrapalha quem pagou. Por isso a Moviie vai além da tranca: cada exibição leva, na própria tela, o nome de quem está assistindo. E ninguém quer ser a pessoa que repostou com o próprio nome na cópia. O impulso de compartilhar morre antes do print. O vazamento não é descoberto depois, ele deixa de acontecer.

O nome de quem assiste aparece na própria tela Quem se vê identificado não arrisca vazar Discreto pra quem paga, sem travar o aluno
DRM Socialjoao.silva@email.com · acesso #4827

Rastro ativo · o nome de quem assiste, deslizando sobre o vídeo.

Como a Moviie resolve

Trancado pra quem não pode entrar,marcado pra quem pode.

O vídeo na Moviie já nasce trancado: só toca com autorização expressa do seu backend, então quem não tem acesso simplesmente não chega nele. Mas a tranca não alcança o risco real, que é quem já tem acesso: o aluno que entrou, gravou a tela e repassou. Pra esse, a Moviie imprime na imagem o nome de quem está assistindo, uma marca discreta que se move pela tela. Quem comprou quase não nota. Quem pensa em revender vê o próprio nome no vídeo, e recua, porque ninguém faz, com o nome na cara, o que faria no anonimato.

A marca que muda a decisão

O nome de quem assiste, na própria tela.

Cada exibição recebe uma marca com o nome de quem está assistindo, deslizando devagar sobre o vídeo. Não é o seu logo: é a identidade do espectador, única por acesso. Repostar passa a significar repostar com o próprio nome na tela. O cálculo do aluno muda antes de ele clicar em compartilhar.

  • Marca única com a identidade de quem assiste
  • Repostar vira repostar com o próprio nome
  • O impulso de soltar morre antes do print
  • Movimento suave que lembra sem distrair
Por que isso funciona

Não é teoria. É como gente se comporta.

Gente age diferente quando se sabe observada, é um dos achados mais replicados da psicologia comportamental: tira o anonimato e o desvio despenca. Num estudo clássico de Diener e Wallbom (1976), a trapaça caiu de 71% pra 7% só por ter um espelho na sala. Num caixa de honestidade da Newcastle University (2006), as pessoas pagaram quase 3x mais quando havia um par de olhos impresso na parede. O nome de quem assiste, na tela, é esse par de olhos, em toda exibição.

  • Trapaça: de 71% pra 7% só com um espelho na sala
  • Honestidade quase 3x maior sob olhos que observam
  • Lixo no chão cai pela metade quando há olhos por perto
  • Sem anonimato, o incentivo a vazar evapora
Sem peso pra quem paga

Invisível pro cliente, decisivo pro resto.

A marca convive com o vídeo em baixa opacidade, sem tapar conteúdo e sem pedir aparelho especial pra rodar. Não baixa a qualidade, não trava o celular. Quem comprou assiste como sempre. E se mesmo assim alguém arriscar, a cópia ainda sai com o acesso de origem: a dissuasão na frente, a rastreabilidade como rede de segurança.

  • Discreta, baixa opacidade, sem tapar o conteúdo
  • Sem queda de qualidade, roda em qualquer aparelho
  • Você escolhe o estilo da marca, o conteúdo é seu
  • Se alguém insistir, a cópia ainda aponta a fonte
Lado a lado

O cadeado ergue uma parede.O DRM Social muda a decisão.

A diferença não é quem é mais forte no papel. É que um tenta bloquear a pessoa e castiga quem pagou, e o outro faz a pessoa não querer vazar. Pro seu curso, mudar a decisão vale mais que erguer a muralha.

Cadeado (DRM duro)DRM Social da Moviie
Quem sente a fricçãoquem pagouninguém
Muda a decisão de quem ia copiarnão, só ergue a paredesim, o nome na tela faz hesitar
Gravação de telanão impede no navegadorsai com o nome de quem gravou
Qualidade do vídeopode cairintacta
Precisa de aparelho específicosim, pra valernão, roda em qualquer um
Se mesmo assim vazarsome sem rastroa cópia aponta o acesso de origem

O cadeado promete uma muralha e cobra o pedágio de quem comprou. O DRM Social deixa quem paga em paz e faz quem ia vazar pensar duas vezes.

Vem junto

A marca é uma camada.A proteção inteira vem junto.

Link assinado, sem arquivo cru exposto

Todo link de reprodução é assinado e expira. Não existe URL de arquivo pra copiar, raspar ou re-hospedar. Compartilhou num grupo? Daqui a pouco já não abre.

Domínio travado

O player só roda nos domínios que você liberou. Copiou o embed e colou em outro site? Não toca. O conteúdo viaja com você, não com quem copiou o código.

Privado por padrão

Nada na Moviie é arquivo aberto. O padrão é fechado: acesso controlado, origem rastreável. Você abre o que quiser, no nível que quiser, sem configurar o resto.

Quem assistiu, no seu painel

O acesso fica registrado junto da retenção e do resto da telemetria. Saber de qual acesso saiu uma cópia começa por saber quem assistiu, no mesmo lugar.

Liga via API, no seu fluxo

A proteção e a identificação da exibição entram pela mesma REST versionada, com token privado, pro vídeo que você entrega de dentro do seu produto.

No seu player white-label

A marca aparece no player com a sua cara: sua cor, sua capa, seu CTA no fim. Proteção e identidade de marca no mesmo lugar, sem player de terceiro disputando atenção.

Sobre o DRM Social

O que ele faze o que ele não promete.

Não, e a gente não promete isso, porque promessa que não se cumpre não protege. Ninguém impede gravação de tela por completo num navegador, nem o cadeado mais duro. Mas a maioria nem chega lá: com o próprio nome na tela, gravar e repostar deixa de valer o risco. E se alguém insistir, o vazamento sai assinado, com a identidade de quem gravou. O ponto não é bloquear o ato, é tirar a vontade dele.

Não é uma coisa ou outra. O acesso é trancado de verdade: o vídeo só abre com autorização expressa do seu backend, quem não tem permissão não chega nele. O lado social do nome é a camada que criptografia nenhuma resolve: o aluno que já tem acesso e grava a tela. Pra esse, cadeado não adianta, ele já está dentro. A Moviie põe o nome de quem assiste na tela, e repostar passa a custar o próprio nome exposto. É dos efeitos mais comprovados da psicologia comportamental: gente não faz, com o nome na cara, o que faria no anonimato.

Quase nada. Ela aparece discreta, em baixa opacidade, deslizando devagar sobre o vídeo, sem tapar conteúdo e sem derrubar a qualidade. Não exige aparelho específico, roda em qualquer dispositivo. Quem pagou assiste como sempre. O peso fica todo do lado de quem pensa em revender, não do cliente legítimo.

Primeiro o mais importante: na maioria das vezes não vaza, porque ninguém quer repostar com o próprio nome na tela. Mas dissuasão não é garantia, então existe a rede de segurança: a marca carrega a identidade de quem estava assistindo, presa à imagem. Se a cópia aparece onde não devia, você aponta de qual acesso ela saiu. No Brasil já houve condenação de quem comprou curso e revendeu, e o que faltava era a fonte.

Próximo passo

Sobe um vídeo,e veja o vídeo parar de vazar.

14 dias de trial pra ligar o DRM Social: cada exibição com o nome de quem assiste na tela, discreto pra quem paga e impossível de ignorar pra quem pensa em revender. Não é rastrear depois, é o vazamento que deixa de acontecer. Sem ligação de vendas.

O nome de quem assiste em cada exibição Quem se vê identificado não vaza Sem fricção pra quem comprou